Campo de Manati

Localizado na Bacia de Camamu, no litoral do estado da Bahia, o Campo de Manati é um marco na história da QGEP por ter sido descoberto pelo primeiro poço perfurado por um consórcio, no qual a Companhia tinha participação. Situado no Bloco BCAM-40, sua extensão é de aproximadamente , em lâmina d’água  de . A Companhia detém 45% de participação na concessão, tendo investido aproximadamente US$400 milhões em seu desenvolvimento até o final de 2015.
 


Descoberto em 2000, a produção se iniciou em 2007 e este tornou-se um dos maiores campos de gás natural não associado em produção no Brasil, responsável por atender cerca de 30% da demanda da região Nordeste, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP, do ano de 2014. Apresenta, atualmente, capacidade média de produção diária de 6 de gás e produção esperada até 2024. Abaixo há uma ilustração do histórico de produção do Campo.

 

Produção média diária de gás (MM m³ por dia)

 

 

 

Seus poços são interligados por linhas submarinas à plataforma PMNT-1,  uma unidade fixa de produção instalada em uma profundidade de , situada a  da costa. A partir dela, o gás flui por mar e por terra, percorrendo  através de um gasoduto, até a estação de processamento de gás Geofísico Vandemir Ferreira, situada na cidade de São Francisco do Conde – BA. Após ser processado na estação de tratamento, o produto é entregue à Petrobras, que o utiliza para abastecer suas instalações (refinaria, termelétrica e fábrica de fertilizantes de nitrogênio), ou revendido à Bahiagás. Além de gás, o Campo de Manati também produz o condensado, responsável por aproximadamente 5% da receita da Companhia. Esta produção é vendida para a Dax Oil.

Para os anos de 2016 e 2017, a capacidade média de produção de gás de Manati está estimada em 5,14 por dia, respectivamente, com uma possível variação positiva ou negativa de 5% sobre este valor. Nos primeiros nove meses de 2016, a produção de gás atingiu uma média de 5,1 milhões de m³ por dia. No terceiro trimestre de 2015, o Consórcio concluiu a construção de uma estação terrestre de compressão de gás, que permitiu que a capacidade média de produção do Campo de Manati retornasse para  por dia. 

A Companhia assinou um contrato de venda de gás com a Petrobras que tem como objeto a venda de toda a reserva do Campo a um preço fixo, em reais, reajustado anualmente por um índice de inflação local. O contrato também inclui uma cláusula de take or pay de 85% sobre a curva de produção estabelecida, que segue a curva de produção esperada para o Campo.

Com base no último Relatório de Certificação de Reservas, de 31 de dezembro de 2015, as reservas 1P, 2P e 3P de gás natural do Campo de Manati estão estimadas em 4, 4 e 5, respectivamente, líquidas para a QGEP.

Última atualização em 2017-08-11T14:09:17

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