Antes patinho feio, QGEP vira favorita no abalado setor petróleo

Por Peter Millard e Denyse Godoy
(Bloomberg) --

Entre todas as produtoras que venderam mais de US$ 77 bi em ações após a descoberta pré-sal, em 2007, a QGEP é a única que contabiliza mais boas histórias do que fracassos para contar. Uma década mais tarde, cia. tem a melhor chance de alcançar as metas de produção.

Na história da indústria petrolífera do Brasil, QGEP nunca esteve no radar da maioria dos investidores.

NOTA: QGEP caiu mais de 80% desde o pico de 2011, à medida que preços do petróleo desabaram, OGX entrou com pedido de recuperação judicial e a Petrobras foi envolvida na Lava Jato.

Lincoln Guardado, presidente da QGEP, diz que é hora de os investidores darem uma segunda chance para a ação da empresa, e analistas concordam. “Brasil vai voltar como um hot spot mundial”, disse Guardado, geólogo e ex-executivo da Petrobras, em entrevista.

Analistas do BTG Pactual para o Itaú BBA dizem que QGEP é a melhor aposta dos investidores neste momento.

QGEP espera extrair 1º barril do campo Carcará ainda mais rápido se a Petrobras tiver sucesso na venda de uma fatia para um “grande operador”, disse Guardado.

“Sem dúvida será um negócio grande. Pode antecipar o projeto. Depois de tanta frustração nos últimos anos, setor de energia na Bolsa brasileira está praticamente morto”, disse Marcos Peixoto, chefe da unidade de gestão de recursos da XP Investimentos, que está avaliando a possibilidade de comprar o papel.

“QGEP se destaca porque é mais conservadora do que as outras produtoras”

Clique aqui para ler a matéria na íntegra em inglês


Atualizado em 2016-06-17T11:13:13

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